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Inventário · Direito das Sucessões

Inventário exige segurança jurídica em cada decisão.

Orientação jurídica em inventários judiciais e extrajudiciais, partilha de bens e questões sucessórias, com acompanhamento próximo em todas as etapas.

A La Falce Advocacia atua há mais de 15 anos e conta com atuação dedicada ao Direito de Família e Sucessões.

  • Inventário Judicial
  • Inventário Extrajudicial
  • Direito das Sucessões
Rosangela La Falce, advogada responsável pela área de Família e Sucessões da La Falce Advocacia
Rosangela La Falce Advogada · Família e Sucessões

Identifique sua situação

Você está passando por alguma dessas situações?

Falecimento na família

Precisa organizar a documentação, o patrimônio e iniciar o procedimento de inventário.

Imóveis ainda em nome do falecido

Existem casas, apartamentos, terrenos ou outros bens que precisam ser regularizados.

Dúvidas sobre a divisão dos bens

Os herdeiros precisam compreender direitos, obrigações e possibilidades de partilha.

Divergência entre herdeiros

Há discordâncias relacionadas à administração ou à divisão do patrimônio.

Inventário ainda não iniciado

O falecimento ocorreu há algum tempo e a família ainda não iniciou o procedimento.

Dúvida entre inventário judicial ou extrajudicial

É necessário avaliar juridicamente qual procedimento é adequado para a situação.

Entenda o procedimento

O que é o inventário?

Após o falecimento de uma pessoa, é necessário identificar seu patrimônio, direitos e obrigações para que os bens possam ser transmitidos aos herdeiros de forma juridicamente adequada.

O inventário é o procedimento utilizado para organizar essas informações e realizar a partilha do patrimônio.

Dependendo das circunstâncias de cada família, o procedimento poderá seguir pela via judicial ou extrajudicial.

Do falecimento à regularização

  1. Falecimento Início da sucessão e da contagem dos prazos legais
  2. Levantamento patrimonial Bens, direitos e dívidas deixados
  3. Documentação Certidões, matrículas e documentos pessoais
  4. Inventário Judicial ou extrajudicial, conforme o caso
  5. Partilha Definição do que cabe a cada herdeiro
  6. Regularização dos bens Registro em nome dos herdeiros

Tipos de inventário

Inventário judicial ou extrajudicial?

A definição depende das características específicas de cada sucessão.

Inventário Extrajudicial

Realizado por escritura pública em cartório quando presentes os requisitos legais aplicáveis ao caso.

  • Análise dos herdeiros
  • Levantamento dos bens
  • Documentação
  • Elaboração da partilha
  • Escritura pública
  • Regularização patrimonial

Inventário Judicial

Tramita perante o Poder Judiciário e pode ser necessário de acordo com as circunstâncias jurídicas ou familiares envolvidas.

  • Avaliação da sucessão
  • Identificação do patrimônio
  • Representação dos herdeiros
  • Questões envolvendo divergências
  • Definição da partilha
  • Acompanhamento processual

Cada situação deve ser analisada individualmente por um profissional.

Como podemos auxiliar

Assessoria jurídica em todas as etapas do inventário

  • Inventário Extrajudicial
  • Inventário Judicial
  • Partilha de Bens
  • Sobrepartilha
  • Regularização de Imóveis Herdados
  • Testamentos
  • Planejamento Sucessório
  • Administração de patrimônio durante o inventário
  • Análise documental
  • Orientação aos herdeiros
  • Questões envolvendo divergências familiares
  • Regularização patrimonial após a partilha

Como funciona

Entenda as etapas do atendimento

  1. 01

    Entendimento do caso

    O escritório conhece a situação familiar, os herdeiros envolvidos e as principais características do patrimônio.

  2. 02

    Análise jurídica

    São avaliados documentos, bens e particularidades da sucessão.

  3. 03

    Definição do procedimento

    Após a análise, são apresentadas as possibilidades jurídicas aplicáveis ao caso.

  4. 04

    Preparação do inventário

    Organização documental e elaboração dos atos necessários para o procedimento.

  5. 05

    Acompanhamento

    O escritório acompanha o inventário e orienta os envolvidos durante suas etapas.

  6. 06

    Partilha e regularização

    Conclusão da partilha e orientação relacionada à regularização dos bens.

Rosangela La Falce

Advogada responsável

Atuação dedicada ao Direito de Família e Sucessões

Advogada com atuação há mais de 12 anos, especializada em Direito das Sucessões e Direito Processual Civil, com experiência em questões envolvendo inventários judiciais e extrajudiciais, planejamento sucessório, testamentos, partilha de bens e demandas familiares.

  • Especialização em Direito das Sucessões pela Escola Paulista de Direito
  • Especialização em Direito Processual Civil pela Escola Paulista de Direito
  • Palestrante e professora em cursos de extensão na área de Família e Sucessões
  • Atuação em inventários judiciais e extrajudiciais, planejamento sucessório e partilha de bens
Rosangela La Falce Advogada · Direito de Família e Sucessões

O escritório

La Falce Advocacia

Atuação jurídica há mais de 15 anos.

O escritório atende famílias e pessoas que precisam organizar a sucessão de um ente querido com uma abordagem individualizada: cada caso é estudado a partir da sua realidade patrimonial e familiar, e as possibilidades jurídicas são explicadas com transparência antes de qualquer decisão.

A atuação abrange tanto a via extrajudicial, em cartório, quanto a judicial, com análise estratégica do procedimento mais adequado e orientação humanizada em cada etapa. O contato é próximo e direto, para que os herdeiros compreendam o que está sendo feito e por quê.

A equipe conta ainda com Leonardo Garofalo Ferrari, advogado com atuação em Direito Imobiliário e Registral, área que dialoga diretamente com a regularização de imóveis herdados.

  • Experiência
  • Atendimento próximo
  • Abordagem individualizada
  • Transparência
  • Análise estratégica
  • Orientação humanizada

Rua Nestor de Barros, 116 – Conjunto 14 · Tatuapé, São Paulo – SP

Fachada do edifício onde fica o escritório, no Tatuapé
Edifício do escritório
Recepção do escritório
Recepção
Sala de atendimento do escritório
Sala de atendimento
Varanda do escritório com vista arborizada
Varanda

Atendimento

Precisa de orientação para iniciar um inventário?

Converse com a equipe da La Falce Advocacia e esclareça suas dúvidas sobre as etapas e possibilidades jurídicas aplicáveis ao seu caso.

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Dúvidas

Dúvidas frequentes sobre inventário

Quando é necessário fazer inventário?

Sempre que uma pessoa falece deixando bens, direitos ou dívidas, o inventário é o procedimento que formaliza a transmissão desse patrimônio aos herdeiros. Mesmo com um único herdeiro ou bens de menor valor, é o inventário que permite regularizar a titularidade.

A legislação prevê prazo de 60 dias após o falecimento para a abertura, e o atraso pode gerar multa sobre o imposto de transmissão (ITCMD) em alguns estados, como São Paulo.

Qual a diferença entre inventário judicial e extrajudicial?

O inventário extrajudicial é feito por escritura pública em cartório de notas e costuma ser mais célere. Exige consenso entre os herdeiros e a assistência de advogado.

O inventário judicial tramita perante o Poder Judiciário e é o caminho quando há divergência entre os herdeiros ou outras circunstâncias que exigem decisão de um juiz. Alterações normativas recentes ampliaram as hipóteses da via extrajudicial, por isso cada caso deve ser analisado individualmente.

Quais documentos são necessários para iniciar um inventário?

Em geral: certidão de óbito; documentos pessoais do falecido e dos herdeiros (RG, CPF, certidões de nascimento ou casamento); certidão de casamento ou de união estável; testamento, se houver; documentos dos bens, como matrículas de imóveis, IPTU, documentos de veículos, extratos bancários e contratos sociais; certidões negativas de débitos; e comprovantes de eventuais dívidas.

A relação exata varia conforme o patrimônio e a situação familiar.

É possível fazer inventário quando existem imóveis?

Sim. Imóveis são os bens mais comuns em inventários. É necessário reunir a matrícula atualizada, certidões e a avaliação para o cálculo do imposto de transmissão.

Após a partilha, o formal de partilha ou a escritura é levado ao cartório de registro de imóveis para que a propriedade passe ao nome dos herdeiros, o que conclui a regularização do bem.

O que acontece quando os herdeiros não concordam com a partilha?

Sem consenso, o inventário segue pela via judicial e as questões controvertidas são decididas pelo juiz. Ainda assim, é comum que um acordo seja construído ao longo do processo, com a orientação dos advogados. Cada herdeiro pode ter seu próprio advogado para defender seus interesses.

É possível fazer inventário mesmo depois de muito tempo do falecimento?

Sim. Não existe prazo que impeça a abertura do inventário, mas o atraso pode gerar multa sobre o ITCMD e dificuldades práticas, como localizar documentos antigos ou lidar com o falecimento de outros herdeiros nesse intervalo, o que pode exigir inventários cumulativos.

Quem pode ser inventariante?

O inventariante é a pessoa que administra o patrimônio (espólio) e representa os herdeiros durante o inventário. A lei estabelece uma ordem de preferência que começa pelo cônjuge ou companheiro sobrevivente e pelos herdeiros. No inventário extrajudicial, os próprios herdeiros indicam quem exercerá a função.

É necessário advogado para fazer inventário?

Sim. Tanto no inventário judicial quanto no extrajudicial a legislação exige a participação de advogado, que orienta os herdeiros, organiza a documentação, elabora a partilha e acompanha os atos perante o cartório ou o Judiciário.

Como funciona a partilha dos bens?

Primeiro são apurados os bens, direitos e dívidas. Em seguida, separa-se a meação do cônjuge ou companheiro, conforme o regime de bens, e o restante é dividido entre os herdeiros de acordo com a lei e com o testamento, se existir.

Havendo consenso, os herdeiros podem definir quais bens caberão a cada um, respeitados os limites legais.

Dívidas também fazem parte do inventário?

Sim. As dívidas do falecido são levantadas e pagas com os bens do espólio antes da partilha. Os herdeiros não respondem por dívidas além do valor da herança recebida.

As respostas têm caráter informativo e geral. Não substituem a análise jurídica individualizada do seu caso.

Contato

Conte brevemente sua situação

Se preferir, deixe suas informações e o escritório entra em contato. Nesta primeira etapa, não é necessário enviar documentos nem dados sensíveis.

Seus dados são usados apenas para o retorno do escritório.

Casa e família em miniatura de madeira sobre um documento de inventário, ao lado de livros de Sucessões e Direito de Família

Próximo passo

Organizar um inventário também é cuidar da segurança patrimonial da família.

Cada família possui uma realidade diferente. Uma análise jurídica adequada ajuda a compreender os próximos passos e o procedimento aplicável à situação.

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